Simule sua trajetória de acumulação e veja a renda passiva estimada — comparada a alternativas conservadoras do mercado. Sem promessas fáceis, só matemática honesta.
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Resultado
Patrimônio acumulado
R$ 0,00
Renda mensal estimada
R$ 0,00
Vs. CDB (100% CDI)
R$ 0,00
Total investido
R$ 0,00
⚠️ As comparações com CDB, Tesouro Selic, Previdência e Poupança usam a taxa atual (CDI) projetada de forma constante ao longo de todo o período. Como o CDI acompanha a Selic — definida pelo Banco Central com base na política fiscal do governo —, essa taxa pode subir ou cair no período simulado. Use esses valores como referência, não como garantia de rendimento.
Saiba mais sobre esta comparação
Sobre as comparações com renda fixa
Os valores de CDB, Tesouro Selic (via CDI), Previdência Privada, Fundos Multimercado e Poupança são calculados aplicando a taxa atual de forma constante durante todo o período simulado.
Na prática, essa taxa não é fixa: o CDI acompanha de perto a Selic, e a Selic é redefinida periodicamente pelo Copom, principalmente em função do comportamento fiscal do governo — aumento de gastos públicos tende a pressionar a taxa para cima; corte de gastos e controle fiscal tendem a permitir quedas. Em um horizonte de vários anos, é natural que a Selic (e o CDI) oscile de forma que ninguém consegue prever com precisão hoje.
Por isso, os números de renda fixa aqui servem como referência comparativa, não como promessa de rendimento. Já a carteira diversificada ("Investidor MGR") tende a ser menos sensível a essa única variável, pois sua estabilidade vem da combinação de diferentes classes de ativos — e não de uma taxa isolada.
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Premissas de cálculo
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Como funciona o motor de cálculo (ajuda)
A carteira "Investidor MGR" (linha azul-marinho do gráfico) é calculada em cascata, misturando os retornos de cima para baixo:
retornoUSA = (1 + S&P500) × (1 + Valorização do dólar) − 1
retornoBrasil = % Ações × Ibovespa + (1 − % Ações) × Ifix
retornoRV = % EUA × retornoUSA + (1 − % EUA) × retornoBrasil
retornoCarteira = % Renda Variável × retornoRV + (1 − % Renda Variável) × CDI
retorno final = retornoCarteira × Fator acima da média
Esse "retorno final" anual é o que constrói a linha azul do gráfico (a curva de patrimônio simulado mês a mês). Previdência, Multimercado e Poupança não entram nessa fórmula — são benchmarks externos usados só para desenhar as próprias linhas de comparação no gráfico.
Benchmarks externos (Previdência, Multimercado, Poupança): ficam editáveis na seção "Benchmarks externos" mais abaixo, mas são só valores de referência de mercado para comparação. Editar esses três campos move apenas a própria linha de comparação correspondente — eles não aparecem em nenhum ponto da fórmula acima, então a linha azul ("Investidor MGR"), a linha dourada (CDB) e as demais premissas continuam exatamente iguais.
Resumo prático para ajustar:
Mais otimista/conservador de forma ampla: mexa no Fator acima da média — é o botão mestre.
Mais ou menos risco/exposição a renda variável: mexa em % Renda Variável.
Cenário de câmbio ou bolsa diferente: mexa em S&P 500 / dólar / Ibovespa / Ifix individualmente.
Aumento de renda ao longo dos anos: mexa em Crescimento do aporte.
Só a renda mensal projetada, sem mudar a curva de patrimônio: mexa só no DY dos FIIs.
Comparar com premissas diferentes de Previdência/Multimercado/Poupança: mexa nos campos de Benchmarks externos — só move a linha de comparação correspondente, sem tocar na curva do Investidor MGR.
O que é: retorno esperado da bolsa americana. Onde entra: componente de retornoUSA, junto com o dólar. Impacto no gráfico: sobe/desce a linha azul, proporcional a % Renda Variável × % EUA.
O que é: quanto o dólar deve se valorizar frente ao real. Onde entra: multiplica junto com o S&P 500 em retornoUSA. Impacto no gráfico: mesmo peso que o S&P 500 — os dois juntos formam o "retorno em reais" da fatia americana.
O que é: retorno esperado da bolsa brasileira. Onde entra: parte de retornoBrasil, ponderado por % Ações. Impacto no gráfico: sobe/desce a linha azul, proporcional a % Renda Variável × (1 − % EUA) × % Ações.
O que é: valorização esperada dos fundos imobiliários (preço da cota). Onde entra: parte de retornoBrasil, ponderado por (1 − % Ações). Impacto no gráfico: mesmo grupo do Ibovespa, mas na fatia complementar (FIIs em vez de ações).
O que é: dividend yield (renda distribuída) dos FIIs. Onde entra: não entra na curva do gráfico — só é usado no final: Renda mensal estimada = patrimônio final × DY ÷ 12. Impacto no gráfico: não muda nenhuma linha do gráfico — só muda o card "Renda mensal estimada".
O que é: taxa básica de renda fixa. Onde entra: usado em dois lugares — fatia de renda fixa dentro da carteira (1 − % Renda Variável) × CDI; e é a própria taxa da linha "CDB" (dourada). Impacto no gráfico: afeta a linha azul (parcialmente) e a linha dourada (100%).
Pesos da carteira
O que é: fatia do patrimônio em ações/FIIs/bolsa americana vs. renda fixa (CDI). Impacto no gráfico: quanto maior, mais a carteira depende de Ibovespa/S&P500/Ifix e menos do CDI. Como RV normalmente rende mais que CDI nas premissas padrão, subir esse valor deixa a linha azul mais inclinada (mais retorno, mais risco implícito).
O que é: da parte em renda variável, quanto vai para ativos americanos (S&P500+dólar) vs. Brasil (Ibovespa+Ifix). Impacto no gráfico: sobe = a carteira fica mais dependente do desempenho dos EUA e do câmbio; desce = mais dependente do Brasil.
O que é: dentro da fatia brasileira, quanto vai para ações (Ibovespa) vs. FIIs (Ifix). Impacto no gráfico: sobe = mais peso no Ibovespa; desce = mais peso no Ifix.
O que é: multiplicador aplicado sobre todo o retorno já ponderado (retornoCarteira × fator), representando a premissa de que o investidor consegue um desempenho acima da média simples do mercado (ex.: seleção de ativos, rebalanceamento). Impacto no gráfico: é a alavanca mais forte e mais direta sobre a linha azul — o padrão (1,46) já eleva o retorno combinado de ~13,2% a.a. para ~19,3% a.a. Aumentar este número "infla" a curva inteira sem mexer em nenhuma outra premissa.
O que é: taxa de crescimento mensal do valor investido por mês (simula aumentos salariais/aportes crescentes). Impacto no gráfico: não muda a taxa de retorno de nenhuma linha — aumenta o valor que entra todo mês em todas as 5 curvas igualmente. O efeito aparece mais nos anos finais da simulação (juros compostos sobre aportes cada vez maiores).
Benchmarks externos (comparação)
São valores de referência de mercado usados só para desenhar as próprias linhas de comparação no gráfico. Você pode editá-los livremente, mas eles não alteram o cálculo da carteira "Investidor MGR" (linha azul) nem de nenhuma outra linha — servem apenas para você comparar com outras opções de investimento.
O que é: benchmark externo de retorno médio de planos de previdência privada, para comparação. Onde entra: alimenta somente a própria linha "Previdência privada" do gráfico. Impacto no gráfico: move só essa linha de comparação — não entra na fórmula da carteira "Investidor MGR" nem de nenhuma outra linha.
O que é: benchmark externo de retorno médio de fundos multimercado, para comparação. Onde entra: alimenta somente a própria linha "Fundos multimercado" do gráfico. Impacto no gráfico: move só essa linha de comparação — não entra na fórmula da carteira "Investidor MGR" nem de nenhuma outra linha.
O que é: benchmark externo de retorno médio da poupança, para comparação. Onde entra: alimenta somente a própria linha "Poupança" do gráfico. Impacto no gráfico: move só essa linha de comparação — não entra na fórmula da carteira "Investidor MGR" nem de nenhuma outra linha.